sábado, 2 de junho de 2018

DICA DE FILME: A ARTE DE AMAR – 10 RAZÕES PARA ASSISTIR


Seguem 10 razões para você assistir a esta maravilhosa história baseada em fatos:

1. Sinopse: “Em pleno regime comunista, uma ginecologista polonesa luta contra a censura para conseguir publicar um livro que aborda a sexualidade em um contexto crítico à tradição vigente (comunista e cristã). Todavia apesar das dificuldades enfrentadas, a circulação de seu material escrito gera interesse imediato e inicia uma revolução sexual no interior de seu país.”(AdoroCinema.com)
2. É a biografia de Michalina Wislocka, uma mulher inspiradora, à frente de seu tempo.
3. Mostra a importância do prazer sexual da mulher, tanto como chave do sucesso dos relacionamentos, como à própria produção de bebês.
4. Afetividade e satisfação sexual é importante pílula de inteligência emocional! (Vide Pílulas 02 e 93 do livro 103 Pílulas de Inteligência Emocional).
5. Lições de cultura sobre a realidade da Polônia no século passado, que após saída do regime Nazista, sofre as imposições comunistas.
6. A exposição da nocividade da hipocrisia, do machismo, dos radicalismos.
7. O exemplarismo dos traços de abertismo, determinação, persistência, intenção positiva de ajudar outras pessoas, de Michalina, e de interassistência entre os personagens.
8. Filme de Direção excepcional, feito com sensibilidade, sem exageros, com excelente atuação dos atores.
9. A excelência da sétima arte em cena!

domingo, 29 de abril de 2018

Sobre autoajuda

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Hoje uma tia querida e admirada me mandou um vídeo miniconferência de Lori Deschener, uma escritora, filósofa e budista de autoajuda (https://youtu.be/0sw84V3ADBE ). Indicou-me assistir e me questionou: “o que vc “defende”/“prega” é “auto-ajuda”?” O vídeo fala de importantes pontos e que me inspiraram reflexões e a escrever. Agradeço a oportunidade de reflexão e inspiração neste domingo ensolarado, rendendo mais um artigo :-)

Alguns pontos:
  • O problema autoajuda x autoatrapalha;
  • O problema do desgaste do termo autoajuda;
  • Os problemas das generalizações radicais, propostas simplórias e charlatães manipuladores;
  • O problema das muitas teorias e poucas práticas sem desenvolvimento pessoal efetivo. Muita gente lê e compartilha coisas lindas de “autoajuda”, mas sua prática cotidiana não às incorpora. Às vezes, é até contrária àquilo!
  • Todos temos nossas limitações;
  • Todos temos grandes histórias pessoais – “Tiny Buddha” -  que podemos compartilhar e contribuir para a vida de outras pessoas – o “Senso de Community”: “todos podemos ser também inspiração para outros”.

A autoajuda é sim, possível, mas é um termo desgastado e estigmatizado. De fato há propostas de autoajuda que podem destruir a psique de uma pessoa. Como outras que podem salvar alguém!

É possível sim o autodesenvolvimento, a autoevolução, e defendo propostas técnicas, sérias, que ajudem realmente as pessoas interessadas em evoluir e em contribuir para um mundo melhor – cada um do seu jeito. 

Confesso a todos que, que apesar de buscar aplicar minhas 103 pílulas de inteligência emocional, entre outras pílulas evolutivas, tenho muito chão a percorrer na jornada evolutiva. Mas me alegra constatar, de tempos em tempos, que não estou parada no acostamento! 

Segue link para o artigo ampliador de alguns pontos, resultante destas inspirações. De Tiny Buddha de minha tia, para o meu “Tiny Budha” http://claressencia.blogspot.com.br/2018/04/autoevolucao-caminho-de-realizacoes.html .

AUTOEVOLUÇÃO – caminho de realizações pessoais dependente de discernimento


O termo autoajuda está muito desgastado, pela enxurrada de livros e propostas produzidas, e, principalmente, pelos autores e propositores simplórios, simplificadores, prolixos, limitados, e até charlatães manipuladores, marcadamente aqueles com grande carisma, efusivos e apelativos. E que quando pior, colocam rótulos nas pessoas, generalizam, ou pregam teorias hipotéticas como verdades absolutas. Ou propõem um “remédio” que cura todas as “doenças”, de todas as pessoas.

É necessário muito cuidado com a seleção dos conteúdos de autoajuda. Particularmente, prefiro palavras como autodesenvolvimento, autoliderança, ou autoevolução. E penso sim, que cada um precisa se responsabilizar pelo seu processo de crescimento pessoal. Sou fã da máxima de Galileu: “não se pode ensinar nada a um homem, que já não esteja dentro dele”. E portanto, precisamos fazer contínuos “inputs” de sabedoria e conhecimento, por estudos, análises das realidades dos outros, reflexões e vivências práticas, pessoais. 

Em minha experiência, preciso sentir que hoje, estou mais evoluída que 5 anos atrás, e não consigo deixar de desejar estar melhor que hoje, daqui a 5 anos. Causa-me mal estar quando me percebo repetindo os mesmos erros, ou sofrendo do mesmo jeito ou pelas mesmas razões. Busco ampliar continuamente a pacificação íntima, ser uma pessoa melhor, e contribuir cada vez mais para um mundo melhor, ajudando as pessoas a também evoluírem.

Voltando ao tema autoajuda, é fato que cada pessoa é única, e todos enfrentam desafios, traumas, decepções, etc. E cada um tem motivações, aspirações, valores diferentes. Por isso, cada “proposta”, técnica, linha filosófica, método, não vai servir para todos. E vai ter casos, que será necessária a ajuda de um profissional, para que alguém possa superar determinado problema, ou desenvolver certo traço força que deseja ter. 

É necessário muito cuidado com as promessas oferecidas em livros, cursos, e, agora, muita coisa na internet. Boas e péssimas. Daí porque considero que o discernimento é um dos traços mais importantes a desenvolver, para saber diferenciar o que presta, e o que não presta, o que funciona e o que não funciona; entender que algo ótimo para uma pessoa, pode não servir para outra. O cuidado com jargões, e afirmações radicais. 

Exemplificando, nos primórdios da Psicologia, Freud era categórico em colocar a libido como responsável ou associada a todos os problemas psíquicos. Felizmente avançamos, e hoje temos várias linhas mais interessantes que a Psicanálise freudiana. Recentemente ouvi um “guru” muito reconhecido na sociedade, falando que tudo, em absoluto, é resultado da ação dos seus pais. E que tudo o que seus filhos forem, é responsabilidade sua. 

Em décadas de estudo e pesquisa na Psicologia e Conscienciologia, é possível afirmar que de fato, há um peso significativo na formação psicoafetiva do indivíduo, dos pais e do meio em que a pessoa se desenvolve. Mas se alguém fechar seu raciocínio apenas nestas “máximas”, de maneira radical, vai deixar de enxergar inúmeras outras variáveis, e, certamente, vai deixar de resolver seus “problemas” e de alavancar sua evolução.
 
Para concluir, dou extremo valor sim, a propostas de qualidade para a autoevolução, autodesenvolvimento, autoajuda, desde que incluam contínuos investimentos na ampliação do autodiscernimento, até para saber quando vai precisar de ajuda externa. E uma dica final: junte a isso a “intenção cosmoética”. Que seu desejo de se desenvolver seja benigno, altruísta, e inclua o bem comum, outras pessoas. Você melhor e um mundo melhor. E na prática cotidiana!

O ideal mesmo, é a evolução dentro do Paradigma Consciencial! Como já expus em outros posts aqui neste blog.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Antipolarizações radicais

Fico triste com os radicalismos. Triste com pessoas que pensam o pior de pessoas que não conhecem. Por exemplo, que por eu ser contra o PT, eu seria uma fascista, e que me incomodo com a pobreza diminuir! Chocante.... E pouco importa se eu também crítico outros políticos de todos os outros partidos, pois o problema é eu ser contra os queridos ídolos ou PT....
Fascista! Coxinha! Misógeno! ... Comunista! Mortadela! Ladrão!
Estas polarizações  cansam e desgastam relacionamentos. Devíamos nos unir em prol da causa comum de um país com mais justiça social e mais Educação. Conheço pouquíssimas pessoas com características tão maquiavélicas como as apontadas nos textos dos extremistas - tanto dos de esquerda, quanto nos de direita. Se  necessário, cada um deve guardar para si suas crenças e aproveitar o tempo para ajudar com atitudes, intercompreensão, pacifismo, respeito. Troca de insultos, debates improdutivos, em que se ataca o outro, e não a ideia do outro, só trazem desequilíbrios. E a verdade sempre aparece, mais cedo ou mais tarde. Então, deixemos as diferenças de lado, e vamos nos unir pelos pontos em comum!
Fica um registro adicional para reflexão.

Dia de tristeza, dia de ilusões, dia de reflexões para ações

Amanheço com uma tristeza. Ordem de prisão a um ex-presidente icônico. Porque é dia de se evidenciar novamente a podridão da política no Brasil - a prisão de um indivíduo que perdeu oportunidade histórica de minimizar a injustiça social no país – começou bem, terminou mal. Indivíduo que dizia-se defensor do social, mas que hoje comprova-se que igualmente perdeu-se no “mecanismo”, e seus feitos foram sobrepujados pelo registro da maior corrupção do país.
Expõe-se não apenas a ponta do Iceberg, mas uma grande parte dele, e continuamos escutando argumentações toscas, polaridades nocivas entre cidadãos, enquanto continuamos com uma realidade de pobreza, de caos da saúde pública, da educação cada vez mais desqualificada, e no aumento da criminalidade.
A outra tristeza, é por ser um dia em que mais uma vez se escancaram ilusões. Tanto de “Esquerdistas” quanto de “Direitistas”. A ilusão dos remanescentes defensores de inocência de um corrupto (ou pior, acham que os fins justificam os meios, e que foi perdoável o que ele roubou, porque fez algo pelas pobres), quanto também a ilusão dos que comemoram a prisão de um ex-presidente de esquerda, como se isso fosse resolver o problema do Brasil, e quando isso é a prova da lama em que vivemos. Vergonha desta máquina política corroída, em 90% de suas "engrenagens".

Predomina o sentimento de impotência. Mesmo com várias horas semanais dedicadas ao voluntariado para levar uma melhor educação a jovens de baixa renda.

Que predomine a esperança, de que estejamos tirando a sujeira de baixo do tapete e vamos mudar de patamar... mas sem a ingenuidade de prender-se a esta ilusão.

A Reforma Política é essencial. São quase 600 políticos, a consumir OFICIALMENTE mais de 150 milhões por mês, em seus salários, benefícios e verbas. Quase 2 bilhões por ano! Sem contar as propinas e perdas por má gestão. E o que estes “ratos” têm feito de bom pelo povo brasileiro? Algumas “emendas”, ajustes legais, esmolas pífias... Isso dá-me mesmo um enjôo!
Daí vem a terceira maior tristeza: testemunhar que apenas uma microminoria da população pensante do país, contribui com alguma atitude prática para uma mudança. Nosso percentual de voluntários (11%) é pequeno (http://g1.globo.com/natureza/blog/mundo-sustentavel/post/brasil-tem-164-milhoes-de-voluntarios-e-pouco.html) . Nem promover ou participar das manifestações políticas. No máximo, manifestam sua revolta nas redes sociais.

E se não podemos esperar nada de quem está na luta da sobrevivência nas classes mais baixas, que futuro temos? Daí a importância de cada brasileiro privilegiado, que teve acesso a uma boa educação e profissão, olhar ao seu redor e ver o mínimo que está a seu alcance em fazer. Pequenas ações de por exemplo 2,5  milhões de brasileiros que assinaram as 10 Medidas Anti-Corrupção, poderiam trazer mais resultados do que os 4 anos de mandato do futuro Presidente.

Reflita para você mesmo, como pode ajudar – doações financeiras para instituições assistenciais, e principalmente, doação de seu tempo para o voluntariado – há quem passe 3 ou mais horas por semana, nas redes sociais, distantes da realidade social. Poderia doar 1 hora por semana de seu tempo em uma das milhares de possibilidades de ajuda nas instituições? Toda ajuda é bem vinda!

Reflita e ajude o Brasil com ações. Faça sua parte. Faça o seu melhor. O melhor que puder. 

quarta-feira, 28 de março de 2018

Não precisamos esperar a doença para escolher ter saúde!


Escrevi este texto após susto com superação de crise de uma doença de pessoa querida. Mas em tudo que acontece de ruim, há pérolas que podem ser encontradas. Gosto do exemplo da pérola, porque ela se forma a partir do incomodo do grão de areia quando entra na ostra, que secretando para se proteger, forma a pérola. Sim, quando não aprendemos pelo amor, somos forçados a aprender pela dor... ou perder a vida.

O fato é que todo cenário que vivenciamos diante de uma doença grave, evidencia a premência de mudanças. Que pode ser bem resumida no termo “estilo de vida”. Perder peso, alimentação saudável, exercícios físicos, qualidade de sono, procedimentos essenciais como a drenagem linfática e medicamentos é somente uma parte.

A doença de um ente querido é oportunidade para cada um redirecionar a atenção para as próprias necessidades de autocuidado, autorrespeito, rever valores, padrões culturais, rotinas, uso do tempo pessoal, escolhas, prioridades: refletir, quebrar paradigmas, fazer reciclagens prazerosas!

“A vida é feita de escolhas”. Será que valem os ônus das escolhas erradas? Vamos manter os padrões e escolhas erradas, sabendo que caminhamos para a doença? “Não se pode plantar jerimum e colher morangos”. Não se pode ingerir tóxicos e esperar saúde. É natural a resistência à mudança. Não é fácil sair da “zona de conforto”, da acomodação, mesmo quando não está fazendo bem! Paradoxal. Mas abertismo e gosto pelo novo são qualidades que qualquer um pode desenvolver, e só tem a ganhar. E pode ser aos pouquinhos!

Transformemos a crise de sofrimento em crise de crescimento. Estamos nesta vida para evoluir, e o melhor é que seja com saúde e alegria.

Ganhos: qualidade de vida, bem estar, consciência tranquila, maior produtividade, vivência de prazeres evolutivos, maior liberdade, vivência mais plena do amor, saúde não somente física, mas também mental, emocional, energética.

Até mesmo para aqueles que estão mais próximos do familiar doente, é importante empreender novas ações pró-saúde. Possibilidades: preparo e troca de receitas saudáveis, momentos de reflexão, prática de meditação, Yoga, Pilates, massagens, passeios no nosso Zoológico, Jardim botânico e praias; trilhas na natureza. O que for possível para cada um! Caminhadas em grupo, encontros entre familiares e amigos, com locais e cardápios gostosos e saudáveis.

Mentalizo sempre: “que aconteça o melhor para todos”! Mas cada um precisa fazer sua parte. E sei que cada um tem uma realidade – externa e íntima. Mas os anos já me permitiram ver que todas as pessoas têm talentos, competências, traços positivos, suficientes para o alcance de saúde integral.

E tenho confirmado que tudo depende de nossas escolhas, prioridades e empenhos. Autorganização também é crucial.  Fica a dica das 103 Pílulas (www.para mais sugestões, rumo à felicidade – que nunca vem de fora. Vem de dentro!

“A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS”.

Abaixo, segue exemplo de algumas rotinas úteis de uma agenda pró-estilo de vida saudável e evolutivo, para saúde física, emocional e mental:

·        Alimentação saudável – rica em frutas e verduras, como de tudo - sempre pequenas porções. Evitar frituras e industrializados. Se possível, consulte um(a) nutricionista.

·        Exercícios 3x/semana – Caminhadas, Bicicleta, Step e musculação básica, se maior que 40 anos.

·        Cuidado com o sono – nem pouco, nem excesso de horas, uso de blackout e acústica quarto.

·        Diariamente, 50 minutos Tenepes (Tarefa Energética Pessoal) – melhor que meditação.

·        3x/semana – minutos de reflexão.

·        Diariamente, minutos de exercícios bioenergéticos (EV) – 1 a 2 minutos/vez.

·        Semanalmente, momentos de dedicação à leitura e escrita.

·        Voluntariado.

·        Momentos de lazer e convivialidade – família, amigos, scuba e Netflix J

quinta-feira, 22 de março de 2018

Antimaternidade lúcida


Este final de semana assisti a um filme decepcionante. Para não fazer spoiler, não vou dizer o título. Além de lento,  causou-me quase uma indignação por um drama tão grande, destruidor da psique das pessoas, pelo motivo da protagonista não poder ter filhos.
Não quero menosprezar a dor que uma mulher possa ter por descobrir-se incapaz de ter filhos. Mas não poder produzir uma nova vida biologicamente, não é razão para destruir a sua vida e a de outras pessoas. E não vou focar as justificativas que os especialistas possam usar para justificar. Sei que é um tema polêmico, mas pensemos na “antimaternidade lúcida” (Lima, 2009), título de livro conscienciológico.
Pensemos nos milhões de órfãos que precisam de pais. E é uma pena que “pese mais” ter um filho “do seu próprio sangue”, pois é conhecida a quantidade de pais e filhos ligados pelo sangue que vivem em conflitos complicadíssimos. Pensemos nas várias ligações afetivas que não precisam dos “laços de sangue”. E se considerarmos que somos consciências em evolução através de várias vidas, estes se tornam sem significado, e os laços conscienciais é que são os mais válidos, não os biológicos.
Para quê fortalecer a dor de homens, e principalmente mulheres, que por motivos fisiológicos não podem ter filhos, quando há tantas compensações válidas?
“Ah, você fala isso porque tem filhos”. Não. Falo isso porque sou um ser pensante, fã do valor do uso do discernimento e em pleno exercício de autodiscernimento. Também falo pelas décadas de “estrada” que tenho. Pelas já milhares de pessoas que já cruzaram minha vida, pelo estudo e observação assídua e crítica da consciência e da nossa sociedade e suas pressões. E suas tradições bolorentas. Como a da cultura torpe que afirma que um ser humano só pode se completar se tiver um filho. Há estilos e opções de vida que só podem ocorrer sem a opção por filhos.

Amo meus filhos. Sou grata por eles existirem. Tenho o privilégio de serem antigos afetos, reencontro de destino pré-planejado. Hoje estão praticamente preparados pra vida. Então posso seguir com outros enfoques assistenciais, outras interrelações, outros propósitos. Outros trabalhos para contribuir com uma sociedade mais sadia. Como este manuscrito simples. Não técnico, mas que certamente servirá para alguma reflexão do leitor ou leitora atentos.
A vida não pode se restringir à meta da maternidade ou paternidade. Seja biológica ou por adoção. Há muito mais a viver e a fazer viver. E a “Ser Pessoa”, como dizia Carl Rogers. A evolução das consciências é a razão de viver.

Para finalizar, e ajudar a quem possa estar a lamentar não ter filhos (e há quem esteja infeliz por os ter), não esqueçamos a máxima do Princípio 10/90: 10% de tudo que nos acontece, realmente não podemos mudar ou evitar. Mas 90%  podemos evitar, fazer acontecer, mudar. E quando não, quando algo for verdadeiramente negativo, podemos mudar a forma como olhamos para a questão. Como encaramos uma dificuldade, faz toda a diferença no nosso emocional.
Livro: Maternidade e antimaternidade lúcida: a escolha é sua. Jackeline B. de Lima. Hama, 2009.