quinta-feira, 30 de junho de 2016

LIVRO: PARE DE RECLAMAR E SE CONCENTRE NAS COISAS BOAS



Aparentemente apelativo, simplório ou pueril, o livro Pare de reclamar e se concentre nas coisas boas traz uma excelente técnica de reciclagem consciencial e profundas reflexões. Não é apenas “mais um livro de autoajuda”. Além de reflexões interessantes, traz uma técnica efetiva, prática, já testada por milhares de pessoas, de verdadeira autoajuda.

O autor propõe o desafio de passar 21 dias sem se queixar e sem falar mal dos outros. Chama a atenção ao quanto o padrão de queixas é comum na maioria das pessoas, seus nocivos reflexos na vida, e quanto uma postura contrária pode tornar a vida muito mais leve, e relacionamentos mais saudáveis. Ocorre que, mais que isso, a mudança de hábito, mesmo que “forçada” funciona como catalisador de mudanças íntimas significativas. Paciência, compreensão, pacificação são algumas das conquistas possíveis.

Alguns Trechos:

Frase: “Sucesso é avançar de fracasso em fracasso, sem perder o entusiasmo” Winston Churchill p.63

A diferença de uma reclamação de uma narração de fatos está no significado, a energia que você a impregna. Se você experimenta insatisfação, é uma reclamação. P. 64

Se estudar a vida de pessoas bem-sucedidas, descobrirá que frequentemente o sucesso delas aconteceu por causa dos obstáculos que enfrentaram e não apesar deles. P. 68
É mais fácil conseguir o que você deseja expressando a sua vontade, em vez de reclamar da maneira como as coisas são. P. 83

Nossa concentração deve residir naquilo que desejamos, e não naquilo que não queremos. Reclamar é se concentrar no que não queremos. P. 85

Não defendo que se deva permanecer em silêncio quando acontece algo que precisa ser corrigido. Não esconda o problema, não engula o desaforo, apenas preste atenção para relatar os fatos, sem empregar a energia que costumamos colocar em frases do tipo “Como você ousa fazer isso comigo?”. P. 118

Não há interferência do ego quando dizemos ao garçom que a comida está fria e precisa ser esquentada- desde que nos atenhamos aos fatos. “Como você se atreve a me servir a sopa fria?”, isso, sim, é uma queixa. P. 132


domingo, 12 de junho de 2016

Sobre bebida alcoólica – droga lícita


Sobre bebida alcoólica – droga lícita



Texto pequeno para grande problema, apenas para gerar provocação à reflexão sobre esta escolha. Não compro bebidas alcoólicas para servir nas confraternizações de aniversário. Tenho eliminado cada vez mais esta opção de meus “prazeres”. Sim, se o vinho fosse saudável...

Contudo, respeito e entendo que cada um tem suas escolhas. Na realidade, sinceramente, ficaria muito feliz se todos pudessem ter um momento de descontração, convivialidade sadia, e experimentar curtir os momentos de alegria e interação sem álcool. Tenho reforçado minhas reflexões sobre as coisas importantes da vida para mim. Certamente a bebida não está entre minhas prioridades.


Algumas ponderações que explicam os meus motivos, entre vários outros, dos malefícios que vejo no álcool:


1) Atenta contra a vida, efetivamente faz mal à saúde (física, emocional e mental), que é pra mim, mais que nunca, valor inestimável;

2) Diminui a lucidez e o autodiscernimento, podendo distorcer pensamentos e sentimentos humanos, sendo causa de incontáveis dramas familiares. Alguns, vivenciados em minha própria família.

3) Mata milhões de pessoas diariamente. Temos vários exemplos em nosso convívio. Seja direta ou indiretamente.


Bebi frequentemente, muitos anos atrás, nas diversões de final de semana. E vi como eu perdia a lucidez e no dia seguinte estava péssima. Hoje reservo-me a apenas raros momentos, uma ou duas taças de vinho, com comidinhas combinantes, sem ficar alterada. Contudo, em breve, devo trocar por suco de fruta.

A escolha é de cada um. Mas lembremos que sempre colhemos as consequências de nossas escolhas. Vale ampliar esta reflexão com o vídeo do Davison Pedrosa:

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Resenha de Livro: Presente do Mar - Anne Morrow Lindbergh


1.     Presente do Mar


Presente do Mar é um dos livros que mais me surpreendeu. Pequeno, com ilustrações singelas, cativou-me pela mistura de trechos poéticos sobre a vida, o céu, o mar, praia, ilha, estrelas e conchas mágicas, alternadas por reflexões profundamente humanas e evolutivas, sobre maturidade, relacionamentos, escolhas, equilíbrio entre vida intrafísica, intelectual e espiritual.

Surpreende também por ter sido escrito em 1955, permanecendo totalmente válido, e até mais crítico para os dias atuais, mais de 60 anos depois! Prova do quanto lentamente evolui a intraconsciencialidade humana. Faz pensar nas nossas escolhas de vida, prioridades do dia a dia, atitudes e valores.

Presente do mar foi mais um presente, entre tantos outros, da minha professora e tutora dos tempos de academia, Professora Liana, querida e admirada, exemplo de profissional, de vida e de sabedoria,  e que tenho o privilégio de voltar a conviver, ainda que timidamente, em minha vida hoje.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Mau uso da "História do Brasil"... e chega de politicagem!

Mau uso da "História do Brasil"... e chega de politicagem!
Respondam-me os intelectuais defensores do governo: todas estas pinçagens TRUNCADAS de "História do Brasil", que colocam como argumentos para explicarem sua defesa ao atual governo, são pra me convencer de que este grupo que está no poder são os "mocinhos"? São os salvadores éticos e inocentes do Brasil? Estão realmente seguros em defende-los? Não se preocupam em tornarem-se cúmplices deste grupo corrupto e que jogou a economia do país na lama? Só porque os anteriores também roubaram podem defender os atuais corruptos? Porque não puniram os corruptos anteriores não devemos punir os atuais? Tudo ou nada? A teorização vale mais que a chance de um país melhor?
Estamos em momento ímpar de mudança cultural! Por que contribuir para perpetuação da corrupção, chegando a querer macular o trabalho profícuo da Polícia Federal, que já recuperou bilhões para o país e prendeu quase uma centena de criminosos? A quem serve a falta de união de brasileiros pela causa maior, interesse de todos nós, que é um país melhor, mais justo, mais ético, restando divididos por questões de politicagem?
Chega de jargões de ideologia partidária. Não preciso disso para atuar pela justiça social, pela ética, pela priorização das classes trabalhadoras. Eu também quero prioridade para as classes menos favorecidas. Mas as posturas reacionárias, bélicas, sindicais, partidárias, não me agradam. Ficou nas vidas passadas. Um aclamado "jararaca", chefão maior, vem fazendo suas articulações geniais para manter-nos sob o julgo de seu poder. O cara mais incoerente do país, com as vivências que teve de “luta” pelos trabalhadores (será?), e professa ser seu representante, tem vida de marajá (diz que é “graças aos amigos”), além de, por má gestão, ter colocado o país no buraco, com uma sucessora sem a menor condição de governar, mas excelente fantoche particular. Feio defende-los. Como vamos mudar? Lamento pelos que tem apego a partido e políticos. Felizmente, em minha visão (e na da maioria dos brasileiros), estamos com a oportunidade hoje, de mudar esta cultura de corrupção de impunidade, de jeitinho brasileiro. Podemos hoje fazer diferente, com elegância, com apoio de pessoas idôneas e que não estejam envolvidas nestes jogos políticos. Exercer plenamente nossa cidadania. Com os observatórios sociais, outras organizações não-governamentais neutras, e apelando para pessoas éticas que estão, sim, em vários de nossos órgãos reguladores – MP, PF, TCE, Ouvidorias, etc.
Minha bandeira política sempre será apenas VERDE E AMARELA! É de lamentar estes textos com informações históricas que já conheço, repletos de interpretações e manipulações falaciosas e reacionárias. Não vou me acumpliciar com partidos ou políticos, pois em nossa era, ainda focam mais jogos de interesses e poder, do que o bem da nação. Talvez no próximo século. Defendendo o que faz sentido pra mim, com bases factuais, históricas e atuais, e sem ideologias partidárias. Reafirmo: Não vou defender nenhum partido ou político, seja quem for. É um risco. O ser humano, quando envolvido em Poder, é imprevisível.

domingo, 27 de março de 2016

POR MUDANÇAS POSITIVAS NO PAÍS - Porque não defendo, e sim critico, o atual governo, apenas com base em fatos e valores pessoais, sem partidarismos, nem ideologias.

Não tenho partido. Nunca tive. "Meu partido é o Brasil". Tampouco sou "massa de manobra". Nunca precisei de partido para defender e protestar pela justiça, pela ética, e contra a corrupção. E pacificamente.  Sempre. Na última vez de protesto, na Avenida Boa Viagem, à noite, não tinha carro de som, não tinha gente reacionária, palanques, líderes “oficiais”. Mas sim cidadãos que passavam pra caminhar ou de bicicleta, famílias cansadas com os desmandos de um país rico, que, incoerentemente, é de maioria sofredora, por causa de políticos corruptos e incompetentes. Estou com muita vergonha do Brasil. E triste com pessoas inteligentes entre meus amigos e familiares (ainda bem que são poucos) que postam defesas a Lula e ao PT sem nenhum fundo lógico ou factual. Suplantando partidarismo aos fatos. Defender político ou partido hoje no Brasil, principalmente do atual governo, com uma coleção de fracassos e indiciamentos, tem erro simples de lógica. Não se pode ignorar o presente, se acaso fizeram algo de bom no início do poder, no passado, ou por “explicações” intelectuais. Este artigo é minha despedida ao uso de argumentos lógicos em busca da lucidez, para opinar sobre a situação política do país, ante tantas falácias e mentiras que tenho lido nas redes sociais ou escutado de amigos mais radicalmente defensores do atual governo. São várias as declarações incoerentes, elucubrativas, parciais, e até fanáticas, idólatras, infantis. Parcialidade e passionalidade são frequentes.  Mais lamentável ainda são as postagens deselegantes de argumentum ad hominem, de amigos e familiares xingando uns aos outros, por terem opiniões diferentes. E é visível que os defensores do governo concentram mais seus ataques às pessoas que opinam contra (já me chamaram até de fascista!), ao invés de focarem o debate nos argumentos. Evitei trazer à tona parte dos fatos imorais trazidos pela Justiça, para não remoer a indignação. Só pra reiterar meu perfil: não sou defensora de político algum da “oposição”, nem a favor de intervenção militar (jamais!), todos os corruptos precisam ser punidos, impeachment somente se houver legalidade pra isso, apesar de ser gritante os argumentos para a presidenta renunciar, mesmo que fosse 100% inocente. Dilma é a maior chefe do Estado. Tudo está acontecendo sob a sua liderança. Por muito menos outros presidentes de valores mais nobres, em países mais dignos, renunciaram. E o que falar do Eduardo Cunha, ainda mais gritante, por já ter mais que evidências que o incriminam! Que país é esse? E Viva a máxima de que “A liberdade é sempre a liberdade de ter opiniões diferentes”.

No uso da logicidade dos argumentos, e em defesa da democracia, baseada em fatos, proponho o uso do pensamento crítico, em síntese, e a seguir, detalhando, como ponto para reflexão e melhor posicionamento político a quem possa interessar:

Porque não defendo, e sim critico, o atual governo, apenas com base em fatos e valores pessoais, sem ideologias.
1.       Elite? Quem defende o governo são os pobres? Quem ataca o governo é a elite? Falácias e mais falácias.
2.       Impunidade. Não aprovo “Os meios justificam os fins”. Fim da cultura da impunidade.
3.       Ilogicidade. Falam que sempre houve corrupção. E por isso vamos manter esta cultura passivamente?
4.       Realidade. Educação, Saúde e Segurança nunca estiveram piores. Contra fatos não há argumentos.
5.       Golpe. O que estão chamando de golpe? Evidências?
6.       Mudança. Não é imediatismo a mudança começar com a saída dos corruptos, incluindo a presidenta! Depois, ainda há muito mais a ser feito!
7.       União. Os brasileiros precisam parar de se atacar entre si e realmente contribuir por um país melhor. TODOS querem um país mais digno. Ações concretas!

Elite?. Quem defende o governo são os pobres? Quem ataca o governo é a elite? Falácias e mais falácias. Em termos reais, temos defensores e opositores do governo em todas as classes. E em meu universo amostral, adianto que os 40% da população brasileira que votou em Dilma já reduziu-se muito.  E, sim, desconstruamos esta falácia que ela ganhou por ter apoio da maioria da população brasileira. Não teve. Teve maioria dos votos válidos. Assim, dada a pequena margem da vitória, temos o fato de que a maioria não é foi a favor dela nas eleições, ainda que eu considere ter sido péssima a opção da oposição. Mas os votos do oponente, somados aos votos brancos, nulos e justificados, temos que desde 2014, a maioria da população brasileira não votou neste governo. E hoje já constatamos uma mini-minoria defendo o atual governo de PT e aliados. Aliás, a maioria de quem conheço que defende o governo não é da população pobre. São pessoas que possuem plano de saúde particular e tem filhos em escolas particulares. Muitos são professores de universidades federais (há uma explicação pra isso). Ponto. Falam que quem está contra o governo é a elite. Há um erro factual e um erro de lógica neste argumento. Factual: quem está defendendo este governo não é a classe mais pobre do país. Pesquisem quem quiser conferir. Já falei dos argumentos das urnas. Erro de lógica: se a elite é elite, está bem. Se está bem, por que reclamaria? Ir pra rua? No seu domingo ou na sua noite de descanso? E outra: eu tenho uma boa condição de vida! Não estou indo às ruas protestar por estar indo à falência. Estou indo às ruas pela indignação com o cenário político-econômico do país, e, principalmente, pelo fato da grande maioria da população estar em condições desumanas de Saúde, Educação e Segurança! Detalhe para refletir: as pessoas que estão contra este governo, não recebem diária, nem lanchinho, nem vão de ônibus fretado, em horário de trabalho para um movimento onde se vê apenas vermelho preponderando sobre o verde e amarelo. Sim, tem iniciativas de pessoas do bem que vão espontaneamente, sim. Mas são minoria. E mesmo com tanto investimento de CUT e Sindicatos, etc, estes movimentos somaram 10% do quantitativo de participantes do Vem pra Rua, ainda que eu tenha minhas críticas ao movimento.

Impunidade. Os meios não justificam os fins. Não importa se Lula foi bom presidente. Se praticou corrupção, deve ser responsabilizado. Hoje sua índole vem sendo desmascarada nas gravações que algumas pessoas tentam desvalorizar ao dizer ter sido ilegais (e nenhum legislador comprovou que o tenham sido), fato que não anula as palavras criminosas e chulas, proferidas pelo ser humano cínico, degradado que tal figura confirma cada vez mais o ser (o Lula). Para os mais de 120 indiciados da Lava-jato, a lei atuou. Para o Lula a lei não deve atuar? O Lula não tem nada no nome dele(!) Mas e o filho, que era funcionário do zoológico, e está Bilionário? Há outras inúmeras evidências do nível de corrupção sem precedentes praticados pelo Lula. Pessoa querida minha fala “amo Lula... os outros também roubaram”. Uma vez uma colega argumentou como se fosse lícito o PT praticar corrupção como única forma de chegar ao poder. Os meios justificam os fins? É isso? Ou é um espelho do costume da cultura da impunidade e da acomodação?

Ilogicidade. Falam que sempre foi assim. Que sempre houve corrupção. E por isso vamos manter esta cultura? E porque o ladrão A ou B não foi preso, não vai prender o ladrão C contra quem conseguiram provas? Incomoda que o foco das provas é predominantemente no PT. Mas afinal, não é o partido que está massivamente no poder nos últimos 15 anos? É questão de matemática, aparecer mais incriminações a políticos do PT. Aliás, nas devidas proporções, tem muita gente da atual oposição já citada na Lava-jato, sim! Só no Brasil, mesmo, algumas pessoas defendendo bandidos e criticando um juiz com mais de 400 julgamentos irretocáveis, 93 presos na Lava-jato, em 2 anos de trabalho. Atacá-lo, é total (e desesperada) inversão de valores. E até parece que ele é a autoridade máxima e isolada da justiça no país. As pessoas não raciocinam toda a rede e hierarquias paralelas e acima de um brasileiro ímpar, chamado Sérgio Moro. Sempre houve corrupção e má gestão pública. Mas não nesta escala de quantidade de envolvidos e de valores. “Graças ao PT, hoje a Polícia Federal pode atuar” é sempre falado. Não consideram vários fatos que explicam esta questão. E ainda que fosse verdade, vai o PT ficar fora de investigações e punição só por este motivo?

Realidade. Se o PT fez um bom governo, porque o Brasil está no buraco que está 15 anos não foram suficientes para fazerem um país melhor? E ainda por cima tendo iniciado seu poder com economia estável! Agora é a crise mundial? Para um país que está entre as maiores potências da economia no mundo, temos uma realidade condizente? Não. Educação, Saúde e Segurança nunca estiveram piores. Contra fatos não há argumentos. Não importa os argumentos intelectuais sobre História, EUA, Foucault, macroeconomia, militâncias, lutas etc. Sou pragmática. Ando pelos subúrbios e escolas públicas, converso com gente humilde. A vida nos subúrbios não melhorou porque aumentou o poder de comprar. “Minha casa minha vida” ainda não chegou para a grande maioria desta parte do povo. As coisas efetivamente pioraram. E muito. Cansam estes bla bla bla idealistas e intelectuais. Gostei de uma crítica que li feita a um sociólogo divagando sobre mídia: “Os intelectuais estão sendo vencidos pelos boçais.” A realidade desumana em que vive a maior parte da população brasileira fala por si!

Golpe. Evidências? Ainda não entendi o que é que chamam de golpe, “Golpe de Estado é derrubar ilegalmente um governo constitucionalmente legítimo”. Golpe militar? Alguns Ptistas falam que são os empresários articulando... mas um dos maiores deles foi preso pela Lava-jato (Odebrecht).  Destes empresários que tem atuação em vários outros países... ou porque proclamam impeachment? Não quero impeachment ilegal! Então falta coerência dos argumentos com os fatos. Jargões vazios de veracidade. Quais as evidências deste tão falado golpe? Sou golpista de quê? como é mesmo isso? Os militares estão articulando assumir o poder? Sobre “Golpe midiático”... As pessoas vêem o que querem. Fantasiam em base a traumas passados. Estas argumentações de golpe são mais das tantas falácias sem fundamento em fatos. A mídia noticia fatos, independentemente das tendências editorias. E estas tendências não eliminam os fatos. Tão contra o Lula, deu ampla visibilidade à defesa apelativa e emocional dele e às falas continuamente cínicas e mentirosas dele, da presidenta e aliados. Mídia sempre buscou audiência! Manipulações sempre existiram, para todos os lados. Das vezes que fico na TV, assisto aos inúmeros desmandos de corrupção, paralelos às falas cheias de mentiras da presidenta e dos defensores do governo que são televisionadas. Há uma crise de valores no país. Não foi a mídia, nem a PF, nem um juiz, que praticaram os crimes de corrupção noticiados. Tem muito menor relevância, as “manipulações” do que os fatos! A mídia sempre foi manipuladora, para quaisquer ideologias. Cabe ao cidadão o uso do discernimento com base nos fatos. Divulgam os resultados da lava-jato e dão publicidade ao discurso apelativo do Lula quando foi indiciado. A saída, repito, é atentar aos fatos! Estas falas de “golpe” parecem com a fala de alguém que está procurando “um gato preto, em um quarto escuro... e ele não está lá”.

Mudança. Não é imediatismo responsabilizar a presidenta e pedir sua renúncia ou o impeachment. Ela é sim, como líder do país, o guarda-chuvas de todas estas crises. Além disso, é deprimente ouvir seus discursos lidos, sua falta de concatenação de ideias, sua inabilidade comunicativa, mil palavras recheadas de falácias, mentiras, incoerências e cinismos. Tirá-la é o início mínimo da mudança. Não é pela falta alguém nobre para assumir o poder, que devamos escolher permanecer com alguém péssima! Quem substituir será tirado se não proceder com ética e procedência, até alguém que preste fique no poder. Não é uma mudança rápida. Nobre seria a renuncia! Sua saída é o princípio do começo. Paralelamente, cabe à população exercer sua cidadania e fiscalizar, cobrar, e, principalmente, ajudar efetivamente com ações práticas, como o voluntariado.


União. Os brasileiros precisam parar de se atacar entre si, começar a praticar respeito, e a realmente contribuir por um país melhor. Penso que TODOS querem um país mais digno. E viva a máxima de que “ A liberdade é sempre a liberdade de ter opiniões diferentes”. Novamente sugiro: o voluntariado, praticar em casa e no trabalho ações de ecologia e sustentabilidade, denunciar nos órgãos competentes, exercer cidadania de fato. Até certo ponto, temos no quadro político um espelho dos pontos negativos da cultura do brasileiro, onde é aplaudido o esperto, o que leva vantagem em tudo; onde fiscal  – de qualquer coisa, que existe para manter a ordem na sociedade, é considerado o “malvado inquisidor”. “Sê a mudança que quer ver no mundo” é uma das minhas frases favoritas, e a que é mais necessária aos brasileiros neste momento. Infelizmente, aos menos privilegiados, ainda focados apenas na sobrevivência ante às péssimas condições sociais, ainda fica difícil seguir esta opção mais elevada. Mas eis que é excelente proposta de mudança para aqueles que já tem melhores condições sociais e financeiras. E minha dica para linha de trabalho mais importante: EDUCAÇÃO. Educação Escolar, Emocional, Afetiva, Espiritual, Ecológica, Financeira, Social, Mental, Ética. “Somos Todos Um”. Umbutu. 



O que entendo dos amigos defensores do governo x o que não entendo:

Item
Compreensível
Incompreensível
1)
Todos querem um país melhor, principalmente para as classes menos favorecidas, contra as desigualdades sociais
Não reconhecem que o país está pior para os pobres em termos de Saúde e Educação, valorizando acima destes valores, o poder de compra e o bolsa família como se fosse a solução magna, ainda que de forma isolada.
2)
Todos são contra a corrupção
Mas posicionam-se em defesa de seus eleitos, com o argumento de que eles devam ser protegidos pelo motivo de opositores não terem sido devidamente também punidos.
3)
Todos levantam a bandeira da justiça
Mas desde que a PF e o Juiz Sérgio Moro mexeu com seus ídolos, passaram a atacar o juiz e questionar a justiça brasileira. Os 93 presos da lava-jato são erros?
4)
Que o partido que está no governo tem como princípio idealista a defesa do povo, dos trabalhadores, a justiça social
Desconsideram os fatos e evidências de que, como todos, são seres humanos imperfeitos, e com personalidades que vêm se firmando como corruptas, mentirosas e de mal caráter. Pior: que aplaudam os clamores de violência contra quem for contra eles.
5)
Que admirem as ações em prol da população menos carente, como a ampliação do Bolsa-Família
Sem perceber que as ações pró-social focaram principalmente a manipulação populista, ficando um de seus principais programas – o Bolsa-Família – sem o acompanhamento devido de real inclusão social, que seria associado à educação
6)
Lula fez um bom governo em seu primeiro mandato.
Acreditar que ainda continuam fazendo um bom governo. Acreditar que este grupo é o único que quer melhorar as classes menos favorecidas, que é honesto, que é menos corrupto.
7)
Ponderar informações históricas, antropológicas e sociológicas
Distorcer os fatos e valorizar mais as filosofias, ideologias e crenças determinadas por contextos relacionados à História, Antropologia, etc, valorizando-os acima dos fatos que falam por si, independentemente das manipulações midiáticas. Há muitos fatos crus, que por si só deixam muito claros os crimes de corrupção
8)
Defender apenas o que for legal
Valorizar e discutir mais se um grampo é legal ou ilegal, ao invés do conteúdo do que foi dito pelo ídolo Lula. Insistir na falácia de que a presidenta foi grampeada, quando foi ela quem ligou para um suspeito em investigação, que estava grampeado.
9)
Valorizar a Educação
Inúmeros professores defendendo o PT, enquanto a realidade das escolas públicas, e as políticas públicas de ensino, exceto as universidades, estão em total abandono.
10)
Pedir a destituição do Eduardo Cunha, líder da Câmara, face a todas as evidências de seus crimes
Se vitimizarem que a justiça somente puna o PT, desconsiderando que matematicamente, estando o PT predominando em todo o país, estatisticamente aparecerá mais.
11)
Falarem da falta de “massa crítica” e não quererem se configurar como “massa de manobra” da mídia
Refletir que massa crítica se desenvolve, a partir dos debates lúcidos e despreconceituados, e que o posicionamento ético, bem intencionado, e embasado em fatos, não o torna “massa de manobra” de nenhum grupo ou partido. Ser inteligente e informado não significa ter discernimento.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Para contribuir com um país melhor

Para contribuir com um país melhor

Refletir mais, ampliar discernimento, analisar friamente os fatos, empreender ações solucionadoras, quebrar paradigmas, contribuir efetivamente para um país melhor, ao invés de atacar os compatriotas, amigos, familiares, que pensem diferente de você. É o que tenho exercitado e gostaria de compartilhar neste texto, um pouco repetitivo, mas com as melhores intenções

É tempo de pararmos as agressões motivadas por diferenças de opinião política. Minha opinião política já postei em outros artigos. Este, agora, é para contribuir para maior discernimento e provocar a pensarmos em soluções, ao invés de troca de ofensas ou defesas de paixões ideológicas, marcadamente no facebook.

É para trazer a reflexão quanto a parar de agredir os colegas, amigos e familiares por terem opinião diferente. Se for para debater, que discutam as ideias. Foco nas ideias, não na pessoa que argumenta. E sim, acredito que é a partir do debate que podemos encontrar soluções. Mas, discutir em busca de soluções para os dramas que temos hoje em nosso país, considerando os fatos, e evitando as argumentações ilógicas, falaciosas, sofismas e manipulações para ter razão ou por outros motivos piores. Desapegar da ideologia partidária, concentrando-se nos valores nobres e causas comuns é importante. Não preciso de ideologia partidária para ser defensora da liberdade, da justiça social, da sustentabilidade ecológica, de educação, da saúde, da qualidade de vida para todos.

Tenho sido agredida quando manifesto a minha insatisfação com o atual governo. Atitude antidemocracia de alguns. Ocorre que continuo insatisfeita, desde a adolescência, com a condição em que vive a maior parte da população brasileira, dependente de serviços públicos. E ocorre que agredir uma pessoa, tirando o foco da ideia central de discordância é o artifício do Argumentum ad hominem: o ataque pessoal, direto, formulado contra característica da pessoa defensora de determinada tese, tentativa de desqualifica-la e reduzir a credibilidade do argumentador. Trata-se de ataque a características pessoais (por exemplo, minha profissão), irrelevantes para a veracidade da tese apresentada pelo oponente.

Esta vem sendo a principal estratégia de muitos radicais defensores de suas ideologias e opiniões fechadas, seja qual for, infelizmente, deixando de discutir as ideias para atacar as pessoas que discordem de sua opinião, e pior, com generalizações distorcidas.

Não sou a favor de intervenção militar, mas entendo que quando pessoas que conheço a defendem, não querem a “volta da ditadura”. Ouvi alguns. Simplesmente pensam que seja a única maneira de limpeza da corrupção generalizada em todas as esferas do governo. Não é objetivo aqui argumentar meus motivos para ser contra a intervenção militar. Mas vejo claramente que não tem lógica em dizer que meus colegas a favor da mesma sejam a favor de ditadura, ou tortura, ou repressão de classes sociais importantes e fundamentais do país. E não, eles não são fascistas.

Há outras argumentações ilógicas que vem sendo muito utilizadas, como o Argumentum ad nauseam (se credita maior probabilidade de algo ser verdadeiro em função do número de vezes o qual é dito), Argumentum ad populum (Argumentum ad numerum) (baseado no apelo irrelevante da popularidade) ou o Argumentum ad verecundiam (utiliza-se a posição do argumentador -  poder, riqueza ou popularidade de quem fala). Esta última modalidade de argumentação ilógica é a que tenho mais visto ultimamente, como se o prestígio ou titulação de alguém garantissem a integridade de suas opiniões. Podem até ser, desde que embasadas em lógica, em fatos que exemplifiquem sua razão.

Também há o fato de pegarem informações fragmentadas, isoladas, em detrimento de todo um contexto maior, para criar um argumento, ou distorcerem os fatos. Coisas realmente esdrúxulas são postadas no afã da paixão partidária, como o colega que “fundamentou” a “estocagem de vento”, distorcendo um vídeo (era em inglês) para afirmar que o vento era estocado, quando na verdade o que é estocado é a energia gerada pelos ventos através de tecnologia eólica. Ou outros, que para ficarem contra o atual governo começam a distorcer e valorizar candidatos imprestáveis só porque são da oposição.

Até que ponto estas atitudes seriam resultado de lavagem cerebral? Como uma vez exemplifiquei, a mãe do estuprador, preso em flagrante e que ainda continua a defender o filho querido. Fica a questão para os especialistas.

Infelizmente, não é partido, nem ideologia que garantem a integridade do ser humano que assume o poder. E já escrevi em outro texto: nem raça, nem nacionalidade, nem religião, nada de fora pra dentro determina o caráter de ninguém.

Diante do exposto, modestamente convido a todos a exercitarmos a união por uma causa comum: um Brasil melhor, buscando inovações, ações e soluções, descansar das quebras-de-braços ideológicas.  Quem ainda não for voluntário ou não exercitar plenamente os deveres de cidadania começarem a por a “mão na massa”. ATUAR, para o país mudar.  CONTRIBUIR.

Mais que o texto de João Ubaldo Ribeiro, agora com mais de 10 anos, AGIR (http://claressencia.blogspot.com.br/2015/12/precisa-se-de-materia-prima-para.html). Para citar apenas algumas alternativas:
  • 1.       Seja voluntário. Há centenas de instituições necessitando de colaboradores.
  • 2.       Participe das audiências públicas e leve gente para impedir desmandos
  • 3.       Posicione-se e exija daqueles em que votou, enviando cartas, e-mails, publicando nas redes sociais e dando visibilidade às suas exigências de cidadão.
  • 4.       Denuncie corrupções ao MP, aos Tribunais de Conta, às Ouvidorias do serviço público.
  • 5.       Faça a sua parte na sustentabilidade do planeta: separe o lixo para reciclagem, economize água, luz, papel. Bom também para seu bolso.
  • 6.       “Seja a mudança que quer ver no mundo”. Invista em você, através do autoconhecimento, da superação dos limites e dificuldades íntimas. Pacifique-se. Qualifique suas relações pessoais. Tenha Inteligência Emocional, ou ainda melhor, Inteligência Evolutiva. Seja uma pessoa melhor e dê sua contribuição para um mundo melhor. Não importa que sua mudança seja diminuta, uma gota no oceano. Vale lembrar o poder da Ressonância Mórfica (Sheldrake)


terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Quero viver a Democracia

Resposta a postagens ilógicas - Quero viver a Democracia

Cansada da parcialidade e passionalidade de visão da ideologia partidária radical. Quero poder apresentar opiniões e ver minhas ideias contra-argumentadas com base em fatos, em lógica, ao invés de ser agredida, desrespeitada, até por familiares e amigos que partem em defesa não de ações para melhorar o Brasil, mas simplesmente de defender seus políticos, independentemente da realidade das classes mais pobres.
Se a maior parte da população brasileira, dependente dos serviços públicos de Educação, Saúde e Segurança, estivesse bem atendida, eu defenderia o atual governo. Mas os fatos denunciam a miséria em que milhões de pessoas permanecem. E não importa se os líderes atuais são de partido A, B ou C. Não importa que antes era assim, ou pior. Nunca fui adepta de nenhuma ideologia partidária. Nunca precisei me associar a partidos ou ideologias para defender meus valores de justiça social, sustentabilidade, honestidade, integridade, paz, discernimento, serviços decentes para a população carente.
           Vivemos em uma crise de valores, com pessoas mais preocupadas em defender suas ideologias e se agredir mutuamente, do que por a mão na massa para contribuir para um país melhor. Eis um exemplo:

Algumas críticas:
1.       “Toda generalização é burra” – e aqui, temos uma mentira explícita na primeira frase.
2.       A classe a qual pertence a colega que fez esta postagem é a Média. Temos então um erro de autoconceito.
3.       Nem vou entrar no mérito de esmiuçar se este texto é da Marilena Chauí, ou onde e quando foi, ou qual o contexto, ou quais as reais palavras, ou os erros de associação e generalização.
4.       É a argumentação ilógica denominada Argumentum ad verecundiam (utiliza-se a posição do argumentador -  poder, riqueza ou popularidade de quem fala).

      Eu tenho criticado o governo porque tenho estado com cada vez mais vergonha da situação do país, da quantidade e magnitude dos casos de corrupção, e da piora em tudo para a população brasileira: educação pública – insuficiente, má qualidade. Saúde – insuficiente, má qualidade, dramática, desumana, colapsada, gerando inúmeras mortes. Segurança – cada vez maior a criminalidade, violência contra mulheres, tráfico de drogas, todos com índices alarmantes. Bilhões de dinheiro público desviado, roubado e má gestão dos recursos que ficam. E muita gente somente assistindo, sem fazer nada. Se algo melhorou no país, no governo de 12 anos de PT, torna-se insignificante ante a realidade dos fatos, que não nos deixam calar, que não nos deixam nos mantermos compassivos.
      Em países mais desenvolvidos, Chefes de Estado renunciaram seus cargos ao menor sinal de corrupção de subordinados à sua liderança. No Brasil, nem com provas das corrupções os líderes se envergonham e renunciam. Tanto os no poder, quanto na oposição. É mesmo uma crise de valores. E há brasileiros do bem para defendê-los!
      Às vezes leio os artigos ou escuto as entrevistas dos defensores do governo. Mas recorrentemente escuto meras opiniões parciais e passionais, como “a presidenta foi eleita legitimamente e democraticamente” como se tivesse ocorrido por maioria massiva, omitindo que a vitória foi por quantitativo percentual insignificante, e que a maioria global dos votos, não foram para ela, diante da população dividida, e omitindo as incontáveis mentiras vergonhosamente ditas durante a campanha eleitoral. E, pior, como se essa eleição fosse garantia de integridade ad infinitum. O Collor também foi eleito “legitimamente e democraticamente”. De maneira que este argumento não é indicador ao que se propõe: que ela deva permanecer aplaudida no poder.
      O fato é que por não defender o PT e a atual Presidente (pelo Português, serve a dois gêneros), apesar de meus ideais que são classificados como de esquerda, recorrentemente tem alguém a me agredir e rotular, lamentavelmente recorrentes do Argumentum ad hominem. Atacam a minha pessoa, e não as ideias. Desconfiguram meu valor como cidadã. Desconfiguram a Democracia. Desconfiguram os fatos. E quem me conhece, conhece minhas ações, sem cabotinismos.

...E ser incluída em um pacote, que engloba mais de 50% da classe média brasileira (eu diria até mais de 90%, atualmente está insatisfeita com o Governo), rotulado de “classe média fascista a favor da ditadura e contra ”... é no mínimo mais uma ilogicidade, distorção cognitiva agressiva e desesperada de colegas que ainda não perceberam que “o sonho virou pesadelo”. Não é ideologia que garante integridade e ética de ninguém. Seres humanos corruptos não se transformam em santos ao vestirem rótulos partidários ou religiosos. E o fato dos políticos anteriores terem feito péssimos governos também, não dá o direito aos atuais fazerem o mesmo ou pior. E o fato de “agora ficamos sabendo de toda a corrupção, graças ao atual governo”, não o inocenta!
        O apego passional a ideologias, fachadas e alguns méritos do atual governo impede sobrepairamento aos fatos para melhor entendimento. Não é necessário se acumpliciar a nenhum partido para ter princípios nobres que visem ao melhor para toda a população. Não é racional esta postura de “se não está comigo está contra mim”!
       Lamentavelmente, o Brasil encontra-se em crise sem precedentes – econômica, social, cultural, valores e tanto mais. Não vejo quem possa assumir o governo do país. Pode ser desesperador não vislumbrar um “salvador”.  E repito, não importam os argumentos, os fatos denunciam que o país piorou: temos mais violência, temos um sistema de saúde pior, e cada vez maior proporção de doentes. Salvo as exceções, todo o sistema público de educação básica, fundamental e ensino médio está em colapso.
      Enfim, mesmo diante de toda a crise, para mim, ainda há uma saída: as mentes pensantes e ativas do país pararem de medir picuinhas partidárias passionais, postagens chulas, distorcidas e ofensivas no Facebook,  e começarem a por a “mão na massa”, ATUAR, para o país mudar.  CONTRIBUIR. Vide o texto de João Ubaldo Ribeiro, agora com mais de 10 anos (http://claressencia.blogspot.com.br/2015/12/precisa-se-de-materia-prima-para.html ) Então, vamos AGIR. Para citar apenas algumas alternativas:
  • 1.       Seja voluntário. Há centenas de instituições necessitando de colaboradores.
  • 2.       Participe das audiências públicas e leve gente para impedir desmandos
  • 3.       Posicione-se e exija daqueles em que votou, enviando cartas, e-mails, publicando nas redes sociais e dando visibilidade às suas exigências de cidadão.
  • 4.       Denuncie corrupções ao MP, aos Tribunais de Conta, às Ouvidorias do serviço público.
  • 5.       Faça a sua parte na sustentabilidade do planeta: separe o lixo para reciclagem, economize água, luz, papel. Bom também para seu bolso.
  • 6.       “Seja a mudança que quer ver no mundo”. Invista em você, através do autoconhecimento, da superação dos limites e dificuldades íntimas. Pacifique-se. Qualifique suas relações pessoais. Tenha Inteligência Emocional, ou ainda melhor, Inteligência Evolutiva. Seja uma pessoa melhor e dê sua contribuição para um mundo melhor. Não importa que sua mudança seja diminuta, uma gota no oceano. Vale lembrar o poder da Ressonância Mórfica (Sheldrake)

           Eu queria poder escrever melhor, mas a esta altura, busco simplesmente fazer o meu melhor, seja em ações cotidianas, seja nas atuações de voluntariado. Aceito críticas e sugestões que contribuam para atender a este desejo de dar a minha contribuição para um país melhor para todos os brasileiros – sejam de esquerda, direita, de qualquer ordem, raça ou credo. Somos todos seres humanos. Sejamos ainda mais: Sejamos Universalistas!
           Democracia é poder apresentar sua opinião e vê-la respeitada. Este respeito é não atacar a pessoa, ainda que possa discordar das ideias. As ideias devem ser debatidas, com argumentação baseada em fatos.

Democracia (Houaiss):
1.       governo em que o povo exerce a soberania (Isso não está acontecendo no Brasil)
2.       sistema político em que os cidadãos elegem os seus dirigentes por meio de eleições periódicas (OK –  com a ressalva da atual presidente eleita por pouco mais da de 50%)

3.        regime em que há liberdade de associação e de expressão e no qual não existem distinções ou privilégios de classe hereditários ou arbitrários (Isso não está acontecendo no Brasil)