domingo, 24 de maio de 2020

Você despreza Autoajuda?

Eu vejo muita gente desprezar a autoajuda / “desenvolvimento pessoal”. Eu vejo muita gente falar que detesta estas “coisas motivacionais”. Mas eu vejo muito mais, estas e muitas outras pessoas enredadas em seus próprios temperamentos, escolhas, pensamentos e posicionamentos. Vítimas de si mesmos. Realidades em que o simples desejo de se melhorar já ajudaria a trazer para si mesma, maior qualidade de vida, bem estar, acalmia, equilíbrio, discernimento, melhores relacionamentos. Eis uma parte do que a Inteligência Emocional pode trazer.

Sim. Tem muito lixo produzido nas estantes de “Autoajuda”. Mas tem muito mais livros preciosos para fazer as pessoas se desenvolverem, serem pessoas melhores, e consequentemente mais felizes. O termo ficou estigmatizado, em parte também porque admitir que precisa de ajuda fere quem é orgulhoso. Mas qual a lógica de não querer se desenvolver como pessoa? Não querer ser melhor me surpreende! 
Há um universo de técnicas, autores e conteúdos à disposição de quem tiver a coragem de entrar nesta busca – de si mesmo, de crescer, de desenvolver melhores relacionamentos, e de contribuir para melhorar ao menos o seu próprio entorno.

Decida evoluir, crescer, se superar, se desenvolver...

“Tem pessoas que acreditam que CONSEGUEM ficar em boa forma mediante estudo e treino, e tem as pessoas que DECIDEM ficar em boa forma, mediante estudo e treino. Muitas acreditam, mas não decidem. Alcançar resultados requer 1% de inspiração e 99% de transpiração”. Murilo Gun

Esta colocação tem a ver com um tema que tenho reforçado, que é o colocar na prática os conhecimentos. Muita gente aprende técnicas, conhecimentos, e estratégias de desenvolvimento pessoal e profissional. Dizem até “eu sei”. Mas não colocam em prática efetiva. Não inserem no cotidiano. Não reciclam crenças e atitudes. Então de nada adianta “saber”. Penso que isso também é causa dos preconceitos contra os livros de autoajuda. A pessoa acha que basta ler para se transformar. Mas não fazem as reciclagens, mudanças necessárias.

Juntando Einstein - imagem abaixo com aprofundamento: “Não se alcança resultados diferentes fazendo as mesmas coisas” e "a crise traz progressos". 

Então a dica é: DECIDA, “mediante estudo e treino”! Decida se desenvolver, ser uma pessoa melhor, evoluir! O que você quer resolver ou melhorar em sua pessoa ou na sua vida? Decida e aja, já!

Que tal começar com uma lista do que quer resolver ou melhorar?

TEXTO BRILHANTE, IMPERDÍVEL: 



quarta-feira, 20 de maio de 2020

Parcialidade política atrapalha discernimento também em tempo de COVID19



Postei em grupo onde percebi argumentos de acordo com seu pólo político. Se Bolsonaro disser que uma coisa é boa, os esquerdistas condenam. Se Paulo Câmara disser que uma coisa é boa - os direitistas condenam... A polaridade/partidarismo bloqueando o discernimento até mesmo com relação a medicamentos - assunto para os médicos e cientistas! Não podemos balizar nossa análise somente pelo argumentum ad verecundiam, valorizar um argumento com base no prestígio de quem o anuncia, ou o oposto - rechaçando algo porque quem fala não tem nosso "crédito".

Não há dúvidas quanto ao oportunismo de palco político por todos os lados. Como sempre. Por exemplo os recentes escândalos de compras sem licitação de equipamentos para tratamento da COVID superfaturados, e pior, que não funcionam. Em vários Estados! O poder e os próprios interesses para eles são mais importantes que o papel nobre da política. São raros os "políticos" que realmente defendem os interesses do povo em nosso país, acima dos seus pessoais... Aliás, os humanos dificilmente serão tão altruístas de abrirem mão dos seus interesses pelo dos demais. Então é torcermos para que os políticos tenham interesse de ajudar o povo, mais que a si mesmos rsrsrs.

Cabe a nós exercer a lucidez acima das nossas simpatias partidárias. Particularmente, não preciso de partido ou salvador da pátria para sustentar meus valores e ideais. E vejo que a associação de cidadãos comuns pode fazer muito pela sociedade. Vejo o voluntariado como um caminho para dar as contribuições ao nosso alcance, caso não possamos atuar em esferas mais distantes. Mão na massa, e não somente opiniões e “debates”.

Em relação a esta doença horrenda, se eu fosse grupo de risco, já teria procurado um médico pra indicar algo preventivo sim, com o controle dos efeitos colaterais.  E deixo aos médicos o que deve ser tomado, mesmo ainda controversos - a medicina não é infalível e ainda há muito a se aprender. E se mesmo eles, os mais preparados para opinar, discordam, imaginem os demais... Ainda mais lembrando que cada pessoa é única! Em tudo, sempre há os que se dão bem com algo que mata outros.

Pra fechar, gosto do exemplo que escutei em outro grupo “se o avião está caindo, você vai deixar de usar o paraquedas porque não tem o selo do Inmetro?” Aprendi a me libertar dos dogmas da ciência, depois de 14 anos de imersão na academia. Mas isto é assunto pra outro artigo. Discernimento sempre! Deixo a dica deste artigo: http://claressencia.blogspot.com/2015/07/argumentacoes-ilogicas-e-falacias.html

Escrever é meu melhor modo de refletir.

sábado, 9 de maio de 2020

Procura-se pessoa que quer ser feliz


Eu vejo muita gente desprezar a autoajuda e o “desenvolvimento pessoal”. Eu vejo muita gente falar que detesta estas “coisas motivacionais”. Mas eu vejo muito mais, estas e muitas outras pessoas enredadas em seus próprios temperamentos, escolhas, pensamentos e posicionamentos. Vítimas de si mesmos. Realidades em que o simples desejo de se melhorar já ajudaria a trazer para si mesma, maior qualidade de vida, bem estar, acalmia, equilíbrio, discernimento, melhores relacionamentos. Eis uma parte do que a Inteligência Emocional pode trazer.

Sim. Tem muito lixo produzido nas estantes de “Autoajuda”. Mas tem muito mais livros preciosos para fazer as pessoas se desenvolverem, serem pessoas melhores, e consequentemente mais felizes. O termo ficou estigmatizado, em parte também porque admitir que precisa de ajuda fere quem é orgulhoso. Mas qual a lógica de não querer se desenvolver como pessoa? Há um universo de técnicas, autores e conteúdos à disposição de quem tiver a coragem de entrar nesta busca – de si mesmo, de crescer, de desenvolver melhores relacionamentos, de contribuir para melhorar ao menos o seu próprio entorno.

Dia Internacional da Felicidade: quando surgiu a data? | Blog CathoEdu

Estes dias tenho estado meio desanimada com a apatia de ver tanta gente sem buscar ser feliz... vou explicar melhor. Apatia, desinteresse, de tanta gente diante das alternativas de se desenvolver como pessoa (Autoevolução) e contribuir para o desenvolvimento de outras pessoas (Interassistência). Apesar de tantas ofertas gratuitas nesta quarentena. Apesar destes tempos sombrios que estamos vivendo no COVID-19. Apesar de tanto tempo extra – sem shoppings, sem bares e restaurantes, sem shows, sem visitas a consultas médicas.

Na verdade tenho a premissa, e queria poder provar, que estas duas bases são essenciais para a felicidade. Só posso dizer a você que me lê: “Não acredite. Experimente. Tenha suas conclusões pessoais”. Porque o que há, em geral, é alegria momentânea, ilusões hedonísticas, boa vida de alegorias, vícios alienantes, momentos fugazes de prazer. Às vezes vivências intensas. Dizem “queria que este momento nunca acabasse”. Mas acaba. Passa. E o que fica? Doces lembranças? Quimeras? Ansiedade pra repetir sua dose de “felicidade” assim que puder? Mas há quem se engane repetindo pra si “a vida é feita de momentos”. Ahã! Mas qual qualidade de momentos?

Claro que lazer, diversão, alegria faz bem e todos devemos ter. Mas aprendi, já na maturidade, que isso não constrói felicidade. Somente prazer não garante felicidade, nem estabilidade, equilíbrio, boas relações, satisfação em viver, ou paz. Certo que o que é felicidade é relativo pra cada um. Dá um outro artigo. Fato é que já vi muitas pessoas infelizes se proclamarem felizes.

Voltando ao meu desânimo, me peguei surpresa com meu sentimento estampado nas palavras de uma colega de curso EAD do Murilo Gun – Recriatividade. Curso top. Pra quebrar paradigmas. Depois faço um artigo com algumas das provocações do curso. Mas o que a colega escreveu (teve outro colega que escreveu parecido) foi:

“Eu indiquei esse curso para vários amigos meus, e acredito que nenhum deles tenha iniciado. A partir do dia 30/04 (último dia de inscrição no curso) eu desfiz todas essas amizades. Ou seja, estou sozinha e com muita vontade de conversar sobre tudo que estamos aprendendo aqui. hehehe ...Me add no insta”
Eu também fiquei meio decepcionada. Compartilhei pra umas 20 pessoas, escolhidas a dedo, indicando personalizadamente (como fez comigo o amigo Adilson - minha gratidão!)... acho que 2 acessaram, mas não sei se estão fazendo o curso. Acho que se estivessem teriam me dito algo... certamente teriam alguma nova postura denunciando.

Realmente fico pasma como as pessoas deixam passar tantas grandes oportunidades de se reinventar, de darem saltos quânticos na vida, de se tornarem pessoas melhores e mais felizes!

Respondi para a colega, que me identifiquei com a fala. “Sou uma buscadora há décadas. Sempre investi muito no autodesenvolvimento, e muitos falam que sou uma pessoa forte, equilibrada, um exemplo, etc. Mas hoje me peguei abatida com esta realidade de tão poucas pessoas no meu círculo se interessarem em crescer, e em contribuírem para um mundo melhor... Parece que o meu exemplo, mesmo pequeno, não serve pra nada. Fato é que a maioria reclama da vida, tem inúmeras batalhas, mas não investe no que pode resolver quase tudo: Autoconhecimento, investimento no desenvolvimento pessoal, na inteligência emocional, junto com a disponibilidade ao outro. E o que não resolve, aprende-se a ficar em paz”...

Mas quem sou eu para escrever assim? Ousadia da minha parte. Não quero parecer arrogante. É só esperança de acordar mais alguém. “Não se pode ensinar nada a um homem que não já esteja dentro dele”, disse Galileu. Acontece que tenho certeza que estas duas bases – autoevolução e interassistência estão sim, dentro da grande maioria. Só precisam despertar!

Não desfiz amizades! Sempre estarei disponível para trocas, e para ajudar. Mas também estou partindo em busca de pares :-) Já encontrei alguns no voluntariado conscienciológico. Tenho umas raras amizades pares. E continuo esta busca, com o compartilhamento de reflexões como esta, com os constantes chamados para o voluntariado no Educavida, com apoio aos que solicitam suporte. Atenta aos que propõem novas ideias. Sempre aberta.

Mas eis que uma coisa me anima: Na disponibilização do referido curso gratuitamente, em razão do COVID, mais de 17 mil alunos participantes (!) se inscreveram no grupo facebook. Em outro curso gratuito que participei, Inteligência Emocional da empresa Conquer, 520.000 se inscreveram! Queria saber quantas realmente fizeram o curso. Mas o simples interesse por mais de meio milhão de pessoas já me deu esperanças!

Batendo na mesma tecla, felicidade verdadeira só vem com autoevolução e interassistência. O resto é sopro no ar.

Ofereço o mesmo chamado de sempre para as alternativas de minhas singelas contribuições, entre as milhões de ofertas da Grande Rede WWW:

Harambee!
Clara Emilie Vieira.

Sobre hidratantes baratos/populares


Amiga,

compartilho uma reflexão aparentemente simplória, mas que traz uma reflexão interessante.

Neste confinamento, sem acesso ao meu hidratante favorito e caro da Boticário, comprei numa ida ao supermercado logo 3 hidratantes populares, pra ver se algum prestava.

Pra minha surpresa, adorei os três! E os 3 juntos custaram menos de 50% daquele meu favorito! Cada um foi menos de R$10,00.

Então refleti – porque pagamos mais caro? Uma vez a dermatologista me indicou um hidratante corporal caríssimo que detestei – fiquei grudenta e com cheirinho de remédio. Argumentou que não poderia indicar um popular, nem mesmo da Natura ou Boticário porque não existiam pesquisas científicas com eles...

Enfim, fato é que se os populares fossem tão ruins, não iam vender. Afinal, nenhuma mulher seria tão burra de comprar novamente um hidratante que não hidrata.

E aí, puxou-me a reflexão sobre o consumismo, sobre o valor do minimalismo, sobre como podemos ser manipuladas a valorizar marcas, a pagar mais, quando nem sempre (claro que nem sempre!), isso se configura inteligente.

Vou ficar mais atenta a esta ponderação pra tudo que for objeto de consumo necessário. Afinal, preciso sim, hidratar minha pele. É faceta de saúde e bem estar, né, amiga? E porque não, aos homens que se cuidam também? J

sábado, 25 de abril de 2020

Reflexões sobre momento político no Brasil – renuncia de Moro ao cargo de Ministro.

Moro x Bolsonaro, um duelo sem inocentes | Bernardo Mello Franco ...

Escrevi estas reflexões a uma amiga que acreditava no governo Bolsonaro e decepcionou-se ante à saída de Moro, ficando em dúvidas em quem confiar (!) Escrevi sob uma perspectiva pessoal e superficial, apenas na intenção de ajudar a refletir e ponderar com base nos fatos.

“Amiga, na emoção perdemos a lucidez. Por isso invisto tanto na IE, pois sou sensível e emotiva. Venho melhorando ao longo dos anos, com muita autopesquisa, interassistência e outros investimentos evolutivos. Insisto na ampliação do discernimento, na racionalidade.

O que o seu colega escreveu sobre Bolsonaro, me deu a sensação dele estar falando de outra pessoa. “Dócil e maleável”? Quase infantil. Sobre sua dificuldade de mudar os seus sentimentos/pensamentos não é “ser volúvel”. É ter autocrítica, modéstia, ser aberta a exercitar a criticidade, o discernimento, a racionalidade, a neofilia. Ser capaz de repensar, voltar atrás, recuar, admitir desconstruir conceitos e equívocos, e reconstruir com mais sabedoria.


Por enquanto, não tenho dúvidas da hombridade de Moro, e desde o ano passado vim perdendo as poucas esperanças no governo Bolsonaro. Atente aos fatos. Aos exemplos. Não cair no “aquele eu o feio ama, bonito lhe parece”. Não se deixar levar pela necessidade de um ídolo/guru/salvador. Moro certamente não é perfeito, ninguém ali no Congresso é criança inocente, mas o ex-juiz deu incontáveis exemplos positivos – “as palavras convencem (e ele nem é bom com elas J), mas o exemplo arrasta”.

Eu tenho profunda admiração por este homem, até que me provem contrários. É outro nível de pessoa e de profissional. Mas não o idolatro. Mantenho os dois pés no chão. Aprendi que cada um age de acordo com seus valores e interesses e são poucos os seres amplamente abnegados.

Fatos fatos fatos: 27 anos como político medíocre....Sem elegância ou compostura nas falas e posicionamentos...Os filhos valem mais que o Brasil - está evidente desde o início do governo...os pontos positivos de Bolsonaro se perdem em um mar de indicadores negativos!

Fãs/fanáticos/ideólatras/partidários frequentemente ficam com opiniões parciais e distorcidas!

O que mais me dá indignação são as manipulações dos fatos, os paralogismos, sofismas, artimanhas da argumentação ilógica e falaciosa. E os fanatismos ideológicos que turvam a capacidade de análise imparcial e fortalecem as polaridades. A mídia e manipuladores de plantão usam suas armas para imporem suas supostas “verdades”. Uso o Princípio da Descrença e a criticidade continuamente. 

Empenho-me em ser uma “cética otimista cosmoética”, e me mantenho mandando as minhas melhores energias para todos – Bolsonaro, Moro, Lula, Dilma. “Que aconteça o melhor para todos” é meu mantra.
Apesar de ter como convicção de que somos consciências em evolução através de várias vidas e que existe uma lógica multidimensional, mesmo que nada disso fosse verdade, minhas escolhas de postura me ajudam a manter o equilíbrio.

Você tem um bom coração. É uma pessoa do bem. Quer ver o país crescer. É inteligentíssima. Chore tudo que tiver pra chorar, amiga! Depois, é levantar, sacodir a poeira e olhar com altivez para os desafios à frente. Espero que encontre seu caminho para ficar em paz, e dar o seu melhor para uma mudança positiva para você, e aos que puder alcançar – familiares, amigos, sociedade."

sábado, 11 de abril de 2020

E as pessoas ficaram em casa – um poema profundo neste tempo de COVID


Em tempos de reclusão/isolamento social, e tanto sofrimento por todo o planeta, o que fazer?

Recebi enxurradas de mensagens pelo Whatsaap. A grande maioria inútil, superficial, repetitiva, fake, polarizações políticas, preconceitos. Perdas de tempo que cortei, limitando meu acesso ao app, e evitando vídeos, áudios e longos artigos, que demandam mais tempo. Certamente perdi coisas boas, mas reuni em meu Facebook, as pérolas que recebi, entre as que abri.

Contudo, entre todas a mensagens, o poema a seguir me impactou profundamente, e gostaria de comentar. Oferece um conteúdo do que podemos fazer com este tempo. Destaquei o que achei mais sério, apesar de todos os pontos terem sua importância.

 
imagem do Blog de Kity O´Meara - https://the-daily-round.com/

E as pessoas ficaram em casa
Catherine O´Meara - poetisa americana, contemporânea, aposentada. 
Escreveu diante da crise do COVID.

E as pessoas ficaram em casa
E leram livros e ouviram
E descansaram e se exercitaram
E fizeram arte e brincaram
E aprenderam novas maneiras de ser
E pararam
E ouviram fundo
Alguém meditou
Alguém orou
Alguém dançou
Alguém conheceu sua sombra
E as pessoas começaram a pensar de forma diferente
E pessoas se curaram
E na ausência de pessoas que viviam de maneiras ignorantes,
Perigosas, sem sentido e sem coração,
Até a Terra começou a se curar
E quando o perigo terminou
E as pessoas se encontraram
Lamentaram pelas pessoas mortas
E fizeram novas escolhas
E sonharam com novas visões
E criaram novos modos de vida
E curaram a Terra completamente

Desde o início, vejo o momento como uma oportunidade sem igual de mudanças evolutivas. Para cada um de nós, e para o Planeta. Momento para reflexão e desconstruções de padrões, comportamentos e sentimentos ultrapassados, ressignificações, reciclagens intraconscienciais e existenciais. Evoluir!

Mudamos o mundo quando mudamos a nós mesmos, e evoluindo, podemos contribuir mais e melhor, para uma sociedade mais justa, universalista, fraterna e pacífica. Se cada um fizer sua parte, podemos ter uma nova realidade. Este é o cerne do poema: a ideia de uma postura individual construtiva, diante de algo que está fora do nosso controle, e além disso, ele alimenta a esperança de que tudo isso não somente vai passar, mas teremos um mundo ainda melhor.

Formação Católica - Escolhas na vida, tome a decisão correta

Neste momento, não há mais oportunidade para as tantas ofertas fúteis de “curtição” e “boa vida”. Não há mais tantos apelos de curtições vazias, e algumas perniciosas, mesmo. Não tem futebol, não tem shows de rebolados e vociferações de valores perniciosos, que alguns chamam de música, para as multidões carentes de agitação, adrenalina e impulsos umbilicais. Ainda restam muitos conteúdos fúteis na grande rede WWW, mas agora, estando sós, é nossa escolha qual site, qual link digitar. Sendo os momentos de entretenimento saudáveis, é tempo de descobrir novos prazeres – mais saudáveis, significativos, evolutivos, e reais.

Bom momento para identificar e superar as carências íntimas, refletir quais são as ilusões e os valores que possui, e promover uma correção de rota para si, rumo à autossustentabilidade pessoal em todas as áreas da vida – física, emocional, mental, energética. A consciência decide o que quer para si. E colhemos sempre o que plantamos.

Em Busca de Sentido - Candeia Mobile
Top!
Recomendação de leitura: Em busca de Sentido, de Viktor Frankl. Ele observou que as pessoas que mais e melhor sobreviviam nos campos de concentração da II Guerra, eram as que tinham um propósito, uma meta, para quando a guerra acabasse.

Então, vale a reflexão: o que você está fazendo hoje de significativo? O que quer colher em futuro próximo e distante? O que está fazendo hoje vai fazê-lo colher o que? Você já pensou nas coisas que vai fazer quando esta quarentena acabar? Quais são os valores pessoais por traz destes “desejos”?

Vivenciar o presente, sim. Mas que ele tenha significância, e sem deixar de ter um olho no futuro, construindo agora, com envolvimento e gratificação, o que queremos ver do amanhã, em todas as áreas da vida, com destaque para a saúde física, emocional, mental, para a autoevolução e para os relacionamentos saudáveis, em processo de interassistencialidade.

Pra fechar, outra pérola que recebi, made in Italy: https://youtu.be/tJwWfqOhI4g