domingo, 12 de junho de 2016

Sobre bebida alcoólica – droga lícita


Sobre bebida alcoólica – droga lícita



Texto pequeno para grande problema, apenas para gerar provocação à reflexão sobre esta escolha. Não compro bebidas alcoólicas para servir nas confraternizações de aniversário. Tenho eliminado cada vez mais esta opção de meus “prazeres”. Sim, se o vinho fosse saudável...

Contudo, respeito e entendo que cada um tem suas escolhas. Na realidade, sinceramente, ficaria muito feliz se todos pudessem ter um momento de descontração, convivialidade sadia, e experimentar curtir os momentos de alegria e interação sem álcool. Tenho reforçado minhas reflexões sobre as coisas importantes da vida para mim. Certamente a bebida não está entre minhas prioridades.


Algumas ponderações que explicam os meus motivos, entre vários outros, dos malefícios que vejo no álcool:


1) Atenta contra a vida, efetivamente faz mal à saúde (física, emocional e mental), que é pra mim, mais que nunca, valor inestimável;

2) Diminui a lucidez e o autodiscernimento, podendo distorcer pensamentos e sentimentos humanos, sendo causa de incontáveis dramas familiares. Alguns, vivenciados em minha própria família.

3) Mata milhões de pessoas diariamente. Temos vários exemplos em nosso convívio. Seja direta ou indiretamente.


Bebi frequentemente, muitos anos atrás, nas diversões de final de semana. E vi como eu perdia a lucidez e no dia seguinte estava péssima. Hoje reservo-me a apenas raros momentos, uma ou duas taças de vinho, com comidinhas combinantes, sem ficar alterada. Contudo, em breve, devo trocar por suco de fruta.

A escolha é de cada um. Mas lembremos que sempre colhemos as consequências de nossas escolhas. Vale ampliar esta reflexão com o vídeo do Davison Pedrosa:

Um comentário:

Rafael disse...

Perfeito. Não serei hipócrita de dizer que não bebi durante minha vida, mas cada dia, mês e ano que passa, eu vejo que o álcool é dispensável na minha vida.
Na realidade, na minha adolescência, nunca bebi porque gostava, bebia por causa da timidez, e justamente por isso, para ser aceito nos círculos de amizade ou por pressão de “amigos”. Porém nunca gostei de perder a lucidez com a bebida, como via certos indivíduos totalmente embriagados que não sabiam nem onde estavam nem quem eram.
Infelizmente, o álcool é a droga lícita que é aceita em qualquer meio e não é vista como vilão. Nossos amigos, irmãos e até nossos pais nos incentivam, consciente ou inconscientemente a beber, pois aquele que não bebe é visto como "careta".
Felizmente, hoje, aos 30 anos de idade, vejo que não preciso do álcool para ser melhor ou mais sociável. Aprendi a me conhecer e a aceitar o meu jeito. Também concordo perfeitamente com seu ponto de vista sobre os malefícios do álcool e já há aproximadamente um ano não bebo. Vez ou outra quando estou em casa, à noite, e sei que não vou mais precisar sair de carro, dirigindo, tomo uma taça de vinho ou copo de cerveja.
Depois que passei a estudar a conscienciologia, percebi mais ainda os benefícios de estar sempre lúcido e passei a entender melhor que nossas ações precisam ser sempre cosmoéticas.

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